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	<title>Comentários para Vitor Alli</title>
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		<title>Comentário em M.I.A., a chata-interessante, e a Cultura Pop por Paciente Saude</title>
		<link>http://www.vitoralli.com.br/blog/blog/2012/02/04/m-i-a-a-chata-interessante-e-a-cultura-pop/#comment-22</link>
		<dc:creator>Paciente Saude</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 15:32:22 +0000</pubDate>
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		<description>Muito legal!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito legal!</p>
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		<title>Comentário em M.I.A., a chata-interessante, e a Cultura Pop por Carla Zevedo</title>
		<link>http://www.vitoralli.com.br/blog/blog/2012/02/04/m-i-a-a-chata-interessante-e-a-cultura-pop/#comment-20</link>
		<dc:creator>Carla Zevedo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 18:00:33 +0000</pubDate>
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		<description>muito bom! parabens!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>muito bom! parabens!</p>
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	<item>
		<title>Comentário em Angústias de uma Crise da Comunicação por Leucemia Maria</title>
		<link>http://www.vitoralli.com.br/blog/blog/2012/01/07/angustias-de-uma-crise-da-comunicacao/#comment-16</link>
		<dc:creator>Leucemia Maria</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 20:33:12 +0000</pubDate>
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		<description>Otimo artigo! estou impressionada! viva a saude!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Otimo artigo! estou impressionada! viva a saude!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em SOPA, PIPA, Cultura, Sociedade e os Direitos Autorais por Leonardo Cazes</title>
		<link>http://www.vitoralli.com.br/blog/blog/2012/01/18/sopa-pipa-cultura-sociedade-e-os-direitos-autorais/#comment-6</link>
		<dc:creator>Leonardo Cazes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 10:58:56 +0000</pubDate>
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		<description>O maior problema que eu aponto na SOPA/PIPA é a criminalização de qualquer coisa. Imagina só: eu posto um link para um torrent e o governo americano derruba o Twitter. Hã? Sim, é isso mesmo. Curioso que no país das liberdades proponham algo tão restritivo.

Aponto também outra questão: o fato da internet não ser neutra, ou pelo menos, ter uma neutralidade em constante disputa. Entendo que o que está em jogo é mais do que uma discussão de direitos autorais. Acho, inclusive, que as questões dos direitos sobre a criação artística, por ser um tema muito sensível, está servindo de boi de piranha: dá uma aura de legitimidade a um projeto autoritário.

Os interesses aí não são o dos artistas, são das grandes corporações. Elas querem a volta de um velho modelo de lucro fácil e abundante. Pararam no tempo, marcaram passo em direção a novos modelos e agora, em vez de correrem atrás, sentam em cima de um projeto como esse. O que está em jogo é a internet como a conhecemos hoje. Projetos como esse poderiam nos encaminhar de vez para o mundo dos circuitos fechados dos aplicativos (Apple Store, Android Market).  Mas essa é uma outra discussão...

Abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O maior problema que eu aponto na SOPA/PIPA é a criminalização de qualquer coisa. Imagina só: eu posto um link para um torrent e o governo americano derruba o Twitter. Hã? Sim, é isso mesmo. Curioso que no país das liberdades proponham algo tão restritivo.</p>
<p>Aponto também outra questão: o fato da internet não ser neutra, ou pelo menos, ter uma neutralidade em constante disputa. Entendo que o que está em jogo é mais do que uma discussão de direitos autorais. Acho, inclusive, que as questões dos direitos sobre a criação artística, por ser um tema muito sensível, está servindo de boi de piranha: dá uma aura de legitimidade a um projeto autoritário.</p>
<p>Os interesses aí não são o dos artistas, são das grandes corporações. Elas querem a volta de um velho modelo de lucro fácil e abundante. Pararam no tempo, marcaram passo em direção a novos modelos e agora, em vez de correrem atrás, sentam em cima de um projeto como esse. O que está em jogo é a internet como a conhecemos hoje. Projetos como esse poderiam nos encaminhar de vez para o mundo dos circuitos fechados dos aplicativos (Apple Store, Android Market).  Mas essa é uma outra discussão&#8230;</p>
<p>Abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em SOPA, PIPA, Cultura, Sociedade e os Direitos Autorais por Patricia Matos</title>
		<link>http://www.vitoralli.com.br/blog/blog/2012/01/18/sopa-pipa-cultura-sociedade-e-os-direitos-autorais/#comment-5</link>
		<dc:creator>Patricia Matos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 17:30:44 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Faça o que for preciso enquanto você ainda pode&quot;, é isso que a maioria das pessoas não entendem e reconheço que para o usuário médio, aquele que até pouco tempo atrás só entrava no Orkut, é difícil de perceber que o risco que corremos é real. Imagina se uma coisa dessas passa e a gente só fica sabendo depois? Por isso é essencial que se discuta o assunto, mesmo que estejamos a uma enorme distância da Casa Branca. 

Em relação à propriedade intelectual em si eu (ainda) não tenho a base que gostaria para discutir mas eu acredito seriamente que arte e conhecimento devem ser compartilhados. Conhecimento é poder e só o livre acesso a bens culturais e informação vai ser capaz de construir um mundo melhor. Falando assim parece utópico e até meio hippie mas acredito mesmo que o benefício que o compartilhamento de arquivos trouxe só na última década é incalculável. Tudo bem, também não queremos que a indústria do entretenimento (que também é cultura e conhecimento) acabe mas que há outras formas de se trabalhar isso, há com certeza. 

Além disso, acredito também que as pessoas querem sim pagar para consumir bens culturais mas a forma como desejam consumir é que mudou. O caminho para estimular isso e (quem sabe) acabar com a pirataria passa longe da repressão e é a indústria que ainda não descobriu como retrabalhar isso. 

Enfim, é preciso repensar modelos, normais, regulamentos e, principalmente, conceitos. 

Ótimo post, by the way. :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Faça o que for preciso enquanto você ainda pode&#8221;, é isso que a maioria das pessoas não entendem e reconheço que para o usuário médio, aquele que até pouco tempo atrás só entrava no Orkut, é difícil de perceber que o risco que corremos é real. Imagina se uma coisa dessas passa e a gente só fica sabendo depois? Por isso é essencial que se discuta o assunto, mesmo que estejamos a uma enorme distância da Casa Branca. </p>
<p>Em relação à propriedade intelectual em si eu (ainda) não tenho a base que gostaria para discutir mas eu acredito seriamente que arte e conhecimento devem ser compartilhados. Conhecimento é poder e só o livre acesso a bens culturais e informação vai ser capaz de construir um mundo melhor. Falando assim parece utópico e até meio hippie mas acredito mesmo que o benefício que o compartilhamento de arquivos trouxe só na última década é incalculável. Tudo bem, também não queremos que a indústria do entretenimento (que também é cultura e conhecimento) acabe mas que há outras formas de se trabalhar isso, há com certeza. </p>
<p>Além disso, acredito também que as pessoas querem sim pagar para consumir bens culturais mas a forma como desejam consumir é que mudou. O caminho para estimular isso e (quem sabe) acabar com a pirataria passa longe da repressão e é a indústria que ainda não descobriu como retrabalhar isso. </p>
<p>Enfim, é preciso repensar modelos, normais, regulamentos e, principalmente, conceitos. </p>
<p>Ótimo post, by the way. :)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Angústias de uma Crise da Comunicação por Vitor Alli</title>
		<link>http://www.vitoralli.com.br/blog/blog/2012/01/07/angustias-de-uma-crise-da-comunicacao/#comment-4</link>
		<dc:creator>Vitor Alli</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 12:02:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.vitoralli.com.br/blog/?p=5#comment-4</guid>
		<description>Leo, não vi discordâncias, só outras questões, pertinentes e relevantes, adicionadas à discussão. 

Voltemos por partes:

1) É exatamente esta a questão. Modelos ruindo, novas maneiras de lidar com o produto, com a mídia, com o público. E, sim, estamos, aos poucos, entrando na era das startups de comunicação. Já entramos, de certa maneira - a maioria dos novos empresários das chamadas strartups de tecnologia saíram de cursos de comunicação. Mas aí chegamos a um ponto de pequena discórdia. Não acho que temos de ver os modelos de negócio surgirem e esperar qual que vai sobreviver. Acredito, como dito neste post do blog: http://www.vitoralli.com.br/blog/blog/2012/01/07/o-que-se-faz-com-as-angustias/ , que não podemos deixar isto nas mãos das grandes empresas. Enquanto profissionais, somos responsáveis por isto. Precisamos, nós mesmos, empreender, buscar novos modelos de negócio e, mais do que isso, deixar claro, dentro do contexto, quais as demandas dos profissionais de comunicação. Em breve falarei mais sobre isso no blog. Acredito que hoje e durante algum tempo estamos fadados à auto-produção, ao produzir-se.

2) Acho que só precisamos falar a mesma língua. Quando falo de amador, falo de pessoas que não são profissionais e que se aventuram em novos caminhos. No caso, precisamos avaliar que os que foram para a TV passaram a ser dirigidos, comandados por profissionais da comunicação - os que, acredito, já não têm a certeza de que sabem comunicar. O fato aqui é que não estou preso a indivíduos amadores, mas à ascenção do amador como um todo. A questão não é quem sobrevive, mas quem consegue comunicar. Não me interessa saber se o Felipe Neto obterá sucesso em outro programa, outra mídia, interessa saber que todo dia surgem vídeos novos, amadores, que fazem mais sucesso que muita publicidade, muitos curtas-metragens, muitos longas nacionais. O interessante na discussão do amador, para mim, é justamente o que tentei apontar: eles nos mostram que os esforços dos profissionais, especialmente na Internet, têm sido menos eficazes que o de jovens amadores que criam coisas de graça por aí. É claro que isso tem um impacto na estrutura da profissão, mas é uma conseqüência da transição. O que eu gosto de ver nisso tudo é que a zona de conforto do profissional está cada vez mais reduzida - o que é ótimo para o despontamento de novos produtos, novos modelos, novas estéticas. Pense comigo: o amador não teria tanto espaço se o profissional não fosse comparável a ele.

3) Definitivamente. Eis a angústia: que amor é esse? Como demandar amor dentro deste contexto absurdo? É como colocar uma faca no pescoço e dizer &quot;você vai me amar sim ou não?&quot;. O amor e a arte são o caminho para as soluções. E as duas coisas só são possíveis pela edução. Não nos resta esperar, mas agir.

Grande abraço e um carinhoso obrigado pelo aquecimento da discussão.

Vitor</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Leo, não vi discordâncias, só outras questões, pertinentes e relevantes, adicionadas à discussão. </p>
<p>Voltemos por partes:</p>
<p>1) É exatamente esta a questão. Modelos ruindo, novas maneiras de lidar com o produto, com a mídia, com o público. E, sim, estamos, aos poucos, entrando na era das startups de comunicação. Já entramos, de certa maneira &#8211; a maioria dos novos empresários das chamadas strartups de tecnologia saíram de cursos de comunicação. Mas aí chegamos a um ponto de pequena discórdia. Não acho que temos de ver os modelos de negócio surgirem e esperar qual que vai sobreviver. Acredito, como dito neste post do blog: <a href="http://www.vitoralli.com.br/blog/blog/2012/01/07/o-que-se-faz-com-as-angustias/" rel="nofollow">http://www.vitoralli.com.br/blog/blog/2012/01/07/o-que-se-faz-com-as-angustias/</a> , que não podemos deixar isto nas mãos das grandes empresas. Enquanto profissionais, somos responsáveis por isto. Precisamos, nós mesmos, empreender, buscar novos modelos de negócio e, mais do que isso, deixar claro, dentro do contexto, quais as demandas dos profissionais de comunicação. Em breve falarei mais sobre isso no blog. Acredito que hoje e durante algum tempo estamos fadados à auto-produção, ao produzir-se.</p>
<p>2) Acho que só precisamos falar a mesma língua. Quando falo de amador, falo de pessoas que não são profissionais e que se aventuram em novos caminhos. No caso, precisamos avaliar que os que foram para a TV passaram a ser dirigidos, comandados por profissionais da comunicação &#8211; os que, acredito, já não têm a certeza de que sabem comunicar. O fato aqui é que não estou preso a indivíduos amadores, mas à ascenção do amador como um todo. A questão não é quem sobrevive, mas quem consegue comunicar. Não me interessa saber se o Felipe Neto obterá sucesso em outro programa, outra mídia, interessa saber que todo dia surgem vídeos novos, amadores, que fazem mais sucesso que muita publicidade, muitos curtas-metragens, muitos longas nacionais. O interessante na discussão do amador, para mim, é justamente o que tentei apontar: eles nos mostram que os esforços dos profissionais, especialmente na Internet, têm sido menos eficazes que o de jovens amadores que criam coisas de graça por aí. É claro que isso tem um impacto na estrutura da profissão, mas é uma conseqüência da transição. O que eu gosto de ver nisso tudo é que a zona de conforto do profissional está cada vez mais reduzida &#8211; o que é ótimo para o despontamento de novos produtos, novos modelos, novas estéticas. Pense comigo: o amador não teria tanto espaço se o profissional não fosse comparável a ele.</p>
<p>3) Definitivamente. Eis a angústia: que amor é esse? Como demandar amor dentro deste contexto absurdo? É como colocar uma faca no pescoço e dizer &#8220;você vai me amar sim ou não?&#8221;. O amor e a arte são o caminho para as soluções. E as duas coisas só são possíveis pela edução. Não nos resta esperar, mas agir.</p>
<p>Grande abraço e um carinhoso obrigado pelo aquecimento da discussão.</p>
<p>Vitor</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Angústias de uma Crise da Comunicação por Leonardo Cazes</title>
		<link>http://www.vitoralli.com.br/blog/blog/2012/01/07/angustias-de-uma-crise-da-comunicacao/#comment-3</link>
		<dc:creator>Leonardo Cazes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 23:52:14 +0000</pubDate>
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		<description>Como sempre, amigo, concordo e discordo de você em vários pontos. Para começar, não sou pós-moderno convicto. Mas vamos aos argumentos:

1) Os meios/mídias (publicidade, jornal, rádio, TV, etc) estão perdidos? Bom, não sei se perdidos, mas em crise com certeza. Depois de décadas com a fórmula na mão, agora a fórmula não existe. Quer dizer, existem várias, mas será que se aplicam ao modelo de produção atual? Meu palpite é que não. Acredito que o momento atual implica em mudanças estruturais, de modos de produção a modos de financiamento e consumo. Na música, isso já aconteceu. No cinema, está acontecendo. Sou contra reproduzir velhas práticas em novas mídias. Viver a transformação é um momento único, essa é a nossa oportunidade. O melhor é ver os novos modelos surgirem e ver o que vai sobreviver. Estaríamos entrando na era das startups da comunicação? Em uma analogia, quem vai criar o novo Facebook midiático? Taí uma angústia boa, daquela dá vontade de curtir.

2) A ascenção do amador. Olha, acho muito bacana haver espaço para uma produção não-formal, amadora, construída na base do instinto, do quero-falar-merda-e-as-pessoas-vão-rir. Só que, na minha visão, isso só existe/existiu no início do processo. Hoje, vejo a ascenção da estética do amador. A publicidade quer ser amadora, os vloggers parece que seguem cartilha. E quando vão para a TV, me parecem que perdem o vigor da internet. Na seleção natural do consumo, só os mais talentosos vão sobreviver? Ou quem rezar melhor na cartilha do amador?

3) De repente, a publicidade quer vender valores, afeto, amor. Aí contradição do sistema aparece: o plano de saúde diz que o melhor é viver. Agora, tenha um problema e vai ver como ele te ajuda a viver. O banco diz que constrói o futuro junto com você. Será? Isso não seria emulação do amor, do afeto? Fantasia pura e simples? Anestésico para não enfrentar a verdade de que &quot;não existe amor em SP&quot;?

Enfim, são apenas anotações. Espero que o papo continue bom por aqui. Estava sentindo falta de um &quot;corredor&quot; virtual para bater um papo no intervalo entre as &quot;aulas&quot;.

Um abraço,

Leo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como sempre, amigo, concordo e discordo de você em vários pontos. Para começar, não sou pós-moderno convicto. Mas vamos aos argumentos:</p>
<p>1) Os meios/mídias (publicidade, jornal, rádio, TV, etc) estão perdidos? Bom, não sei se perdidos, mas em crise com certeza. Depois de décadas com a fórmula na mão, agora a fórmula não existe. Quer dizer, existem várias, mas será que se aplicam ao modelo de produção atual? Meu palpite é que não. Acredito que o momento atual implica em mudanças estruturais, de modos de produção a modos de financiamento e consumo. Na música, isso já aconteceu. No cinema, está acontecendo. Sou contra reproduzir velhas práticas em novas mídias. Viver a transformação é um momento único, essa é a nossa oportunidade. O melhor é ver os novos modelos surgirem e ver o que vai sobreviver. Estaríamos entrando na era das startups da comunicação? Em uma analogia, quem vai criar o novo Facebook midiático? Taí uma angústia boa, daquela dá vontade de curtir.</p>
<p>2) A ascenção do amador. Olha, acho muito bacana haver espaço para uma produção não-formal, amadora, construída na base do instinto, do quero-falar-merda-e-as-pessoas-vão-rir. Só que, na minha visão, isso só existe/existiu no início do processo. Hoje, vejo a ascenção da estética do amador. A publicidade quer ser amadora, os vloggers parece que seguem cartilha. E quando vão para a TV, me parecem que perdem o vigor da internet. Na seleção natural do consumo, só os mais talentosos vão sobreviver? Ou quem rezar melhor na cartilha do amador?</p>
<p>3) De repente, a publicidade quer vender valores, afeto, amor. Aí contradição do sistema aparece: o plano de saúde diz que o melhor é viver. Agora, tenha um problema e vai ver como ele te ajuda a viver. O banco diz que constrói o futuro junto com você. Será? Isso não seria emulação do amor, do afeto? Fantasia pura e simples? Anestésico para não enfrentar a verdade de que &#8220;não existe amor em SP&#8221;?</p>
<p>Enfim, são apenas anotações. Espero que o papo continue bom por aqui. Estava sentindo falta de um &#8220;corredor&#8221; virtual para bater um papo no intervalo entre as &#8220;aulas&#8221;.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Leo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em A Valesca é o Poder por Vitor Alli &#187; Blog Archive &#187; Cinderalla</title>
		<link>http://www.vitoralli.com.br/blog/blog/2012/01/07/a-valesca-e-o-poder/#comment-2</link>
		<dc:creator>Vitor Alli &#187; Blog Archive &#187; Cinderalla</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 21:25:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.vitoralli.com.br/blog/?p=23#comment-2</guid>
		<description>[...] falei aqui sobre trash e já postei, inclusive,  um mash-up com a Valesca Popozuda. Pois bem: hoje vou tomar poucas linhas para comentar um livro, também trash, que passou pelas [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] falei aqui sobre trash e já postei, inclusive,  um mash-up com a Valesca Popozuda. Pois bem: hoje vou tomar poucas linhas para comentar um livro, também trash, que passou pelas [...]</p>
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