A Valesca é o Poder

Todos sabem do meu fascínio pelo Trash. E não é à toa; não é moda. O Trash é um aspecto cultural que dialoga muito com a minha visão de mundo. Não gosto de levar a vida a sério, mas sou sério quando preciso. Quem me conhece sabe que é difícil me estressar e que, apesar de tudo, estou sempre com um sorriso pronto – sorriso, não gargalhada. Quem me conhece também sabe de que preciso gargalhar mais.

Mas o poder de surpreender as pessoas é o que mais me encanta no Trash. A quebra de expectativas, a mistura impensada, o acontecimento inusitado. Não o jorro de sangue por si só (tem trash sem sangue), mas a capcidade de estrapolar as barreiras do comum, das representações típicas e o melhor de tudo: sem medo de parecer ridículo. Aliás, acredito que o melhor seja: se fazendo ridículo.

Gosto de quem “faz o maluco”. Veste uma carapuça besta e brinca com a percepção dos outros. E por isso louvo o ato de retirar do lixo cultural algo de valioso – lixo este ditado por tendências pouco democráticas e discriminatórias. E por isso faço vídeos que, numa interpretação xiita são culturalmente vandalistas – embora eu prefira chamar de Wandalistas.

Com vocês, Valescão:



  1. [...] falei aqui sobre trash e já postei, inclusive,  um mash-up com a Valesca Popozuda. Pois bem: hoje vou tomar poucas linhas para comentar um livro, também trash, que passou pelas [...]

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